Nasceu
em 30 de dezembro de 1903, numa fazenda de café no interior do Estado
de São Paulo, na cidade de Brodósqui. Foi como ajudante de um grupo de
pintores e escultores italianos que restauravam uma igreja na região de
Brodósqui, que Portinari descobriu sua veia artística. Em 1918, partiu
para o Rio de Janeiro para estudar na escola Nacional de Belas Artes. Em
1928, conquista o prêmio de viagem ao estrangeiro, Portinari conhece
vários países, na qual faz várias exposições que promovem inúmeros
prêmios e elogios.
Dentre
eles está a segunda menção honrosa na exposição internacional do
Instituto Carnegie nos Estados Unidos pela tela Café e na galeria
Charpentier, França, onde foi agraciado pelo governo francês e em Buenos
Aires, no salão Peuser, onde recebeu também grandes homenagens por
parte das autoridades, artistas e intelectuais do país.
Possui
um acervo com cerca de 4700 trabalhos, incluindo painéis e murais.
Alguns exemplos desses trabalhos estão em Belo Horizonte no conjunto
arquitetônico da Pampulha, projeto realizado com Oscar Niemeyer, em Juiz
de fora , São Paulo, Rio de Janeiro, Nova York etc. fez parte do
partido comunista e em conseqüência disso exilou-se no Uruguai onde
pintou o painel A Primeira Missa no Brasil encomendado pelo Banco
Boavista no Rio de Janeiro.
Portinari faleceu em 1962 por envenenamento crônico por causa das tintas a óleo que usava.
ESTILO
Não possui um estilo determinado, com suas viagens conheceu várias obras e incorporou elementos muralistas e do cubismo.
ANÁLISE DAS OBRAS
Observando
as obras de Portinari, percebemos a utilização de cores primárias,
tintas a óleo e carvão. Fez alguns auto-retratos e retratos de
conhecidos como Olga Benário e Mário de Andrade. Retratou festas de
casamento na roça, cangaceiros, boi bumba, frevo, samba, gaúchos,
índios, retirantes, plantações e outros.
Obras
Painéis em Juiz de fora
cavalos
As quatro estações
D.Quixote
Lançando Boi
Casamento na Roça