EDUCAÇÃO E UM DOS MEIOS DE VC SER UM BOM CIDADÃO

segunda-feira, 16 de abril de 2012

AOS PROFESSORES DE ENSINO FUNDAMENTAL



  • SEMANA DOS POVOS INDÍGENAS PODEMOS FORMAR DE VARIOS FORMAS:




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  • QUEM SÃO E COMO SURGIRAM NO BRASIL E A EXISTENCIA DELES NO MUNDO.

  • IDENTIDADE BRASILEIRA.


  • LENDAS, MITOS HISTÓRIAS DO COTIDIANO. 
Christiane AngelottiNo meio da floresta Amazônica, viviam os índios Maués e entre eles um casal jovem, muito feliz e amado pela tribo.Porém, a felicidade do casal era abalada pela tristeza de não terem filhos.
Aconselhados pelo pajé, resolveram buscar ajuda de Tupã e pediram-lhe então, a graça de poder terem um filho.
Meses depois, a índia eu a luz a um menino.
O pequeno índio crescia saudável e feliz. Era muito querido por todos, pois era muito bondoso, criativo, prestativo e cheio de alegria.
O curumim era a verdadeira sensação da tribo e sua família muito admirada.
A fama do curumim se espalhou pela floresta e chegou ao conhecimento de Jurupari, um espírito do mal.
Jurupari cheio de inveja passou a acompanhar o pequeno índio.Como podia ficar invisível, ninguém o via.
Certo dia, o curumim saiu sozinho para colher frutos na floresta. Jurupari aproveitou-se da ocasião e transformou-se numa serpente venenosa que picou o menino.
O pequeno índio morreu quase que instantaneamente. O veneno da serpente era muito poderoso para o seu frágil corpinho de criança.
Preocupados com a demora do curumim, vários índios da aldeia partiram pela floresta para procurá-lo.
Quando encontraram o menino todos lamentaram o ocorrido. Neste momento, raios e trovões caiam do céu. Os índios diziam ser o lamento de Tupã.
A tristeza pairou sobre a aldeia.
A mãe do curumim morto recebeu uma mensagem de Tupã dizendo que deviam plantar os olhos da criança.
Os índios obedeceram ao pedido da mãe e plantaram os olhos do curumim.
Algum tempo depois no lugar em que haviam sido enterrados o olhos da criança, brotava uma linda plantinha, o Guaraná, com fruto vermelho e que por dentro pareciam os olhos do menino.

Proibida a reprodução do texto acima sem a autorização prévia da autora.
E-mail: chris@angelotti.eti.br
Folclore brasileiro: A Lenda do Guaraná.
Curiosidades
Guaraná (Paulinia cupana) – do tupi wara’ná. Arbusto trepador que tem propriedades excitantes, pelo conteúdo de cafeína e teobromina.
As sementes maduras do guaraná, depois de torradas e moídas, formam uma massa plásticas macia e homogênea de cor cinzenta, que, depois da defumação para secagem, muda para vermelho-escura, às vezes quase roxa, escurecendo com o tempo, devido à oxidação. É na fase de massa moldável que se preparam os “pães”, de formas cilíndricas, elípticas ou ovais, que, depois de adquirirem consistência extremamente dura e inalterável, são oferecidos no comercio. O “pão” de guaraná é constituído por massa duríssima e, para ser consumido, precisa ser desbastado com lima de aço ou, como o fazem as populações rurais da Amazônia, limado com o osso hióide (erradamente chamado de língua) do Pirarucu.
Como refrigerante, o nome guaraná é reservado à bebida não alcoólica, gasosa, que contenha no mínimo 1% de extrato de guaraná (produto resultante do esmagamento da semente de guaraná torrada), mais açúcar, acidulantes (como o ácido cítrico) e substâncias aromáticas. Muito difundido no Brasil, o guaraná é também exportado; tem ação refrigerante e tônica, sendo rico em cafeína.
No folclore, Guaraná de figuras, são enfeites fabricados com sementes de guaraná descartadas como inaproveitáveis para a alimentação, com as quais se faz a massa plástica e que se defuma para endurecer.
Verdadeiros artistas modelam objetos (bandejas, cálices, canetas), frutas (biribás, ananás, mungubas) e animais (antas, quatis, jacarés, macacos, tatus), que são comercializados como curiosidades ou lembranças de viagem pela Amazônia.
Os índios Maués preparam uma massa comestível com as sementes desse arbusto.

Fonte:
Grande Enciclopédia Larousse Cultural - São Paulo: Editora Nova Cultural Ltda, 1988

    MÚSICAS QUE EXPLORE A PALAVRAS E DIALETOS INDIGENAS.

    Um Índio

    Maria Bethânia

    Um índio descerá de uma estrela colorida brilhante
    De uma estrela que virá numa velocidade estonteante
    E pousará no coração da América nem claro instante
    Depois de exterminada a última nação indígena
    E o espírito dos pássaros, das fontes, de água límpida
    Mais avançado que a mais avançada das mais avançadas das tecnologias
    Virá, impávido que nem Muhammed Ali
    Virá que eu vi, apaixonadamente como Peri
    Virá que eu vi, tranqüilo e infalível como Bruce Lee
    Virá que eu vi, o axé do afoxé Filhos de Gandhi
    Virá
    Um índio preservado em pleno corpo físico
    Em todo sólido, todo gás e todo líquido
    Em átomos, palavras, alma, cor, em gesto, em cheiro, em sombra, em luz, em som, magnífico
    Num ponto eqüidistante entre o Atlântico e o Pacífico
    Do objeto sim, resplandecente, descerá o índio
    E as coisas que eu sei que ele dirá, fará, não sei dizer
    Assim, de um modo explícito
    Virá, impávido que nem Muhammed Ali
    Virá que eu vi, apaixonadamente como Peri
    Virá que eu vi, tranqüilo e infalível como Bruce Lee
    Virá que eu vi, o axé do afoxé Filhos de Gandhi
    Virá
    E aquilo que nesse momento se revelará aos povos
    Surpreenderá a todos não por ser exótico
    Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto quando terá sido



    Índios

    Legião Urbana

    Quem me dera ao menos uma vez
    Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
    Conseguiu me convencer que era prova de amizade
    Se alguém levasse embora até o que eu não tinha.
    Quem me dera ao menos uma vez
    Esquecer que acreditei que era por brincadeira
    Que se cortava sempre um pano-de-chão
    De linho nobre e pura seda.
    Quem me dera ao menos uma vez
    Explicar o que ninguém consegue entender
    Que o que aconteceu ainda está por vir
    E o futuro não é mais como era antigamente.
    Quem me dera ao menos uma vez
    Provar que quem tem mais do que precisa ter
    Quase sempre se convence que não tem o bastante
    Fala demais por não ter nada a dizer.
    Quem me dera ao menos uma vez
    Que o mais simples fosse visto
    Como o mais importante
    Mas nos deram espelhos e vimos um mundo doente.
    Quem me dera ao menos uma vez
    Entender como um só Deus ao mesmo tempo é três
    E esse mesmo Deus foi morto por vocês
    Sua maldade, então, deixaram Deus tão triste.
    Eu quis o perigo e até sangrei sozinho
    Entenda
    Assim pude trazer você de volta pra mim
    Quando descobri que é sempre só você
    Que me entende do iní­cio ao fim.
    E é só você que tem a cura pro meu vício
    De insistir nessa saudade que eu sinto
    De tudo que eu ainda não vi.
    Quem me dera ao menos uma vez
    Acreditar por um instante em tudo que existe
    E acreditar que o mundo é perfeito
    E que todas as pessoas são felizes.
    Quem me dera ao menos uma vez
    Fazer com que o mundo saiba que seu nome
    Está em tudo e mesmo assim
    Ninguém lhe diz ao menos, obrigado.
    Quem me dera ao menos uma vez
    Como a mais bela tribo
    Dos mais belos índios
    Não ser atacado por ser inocente.
    Eu quis o perigo e até sangrei sozinho
    Entenda
    Assim pude trazer você de volta pra mim
    Quando descobri que é sempre só você
    Que me entende do início ao fim.
    E é só você que tem a cura pro meu vício
    De insistir nessa saudade que eu sinto
    De tudo que eu ainda não vi.
    Nos deram espelhos e vimos um mundo doente
    Tentei chorar e não consegui.
    • CONJUNTURA SOCIAL. SAÚDE, EDUCAÇÃO, MODO DE VIDA,
    • CULTURAS E CURIOSIDADE DE CADA POVO.
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    Os Mundurucus são um grupo indígena que habita o Sudoeste do estado brasileiro do Pará, mais precisamente as Áreas Indígenas Cayabi, Mundurucu, Mundurucu II, Praia do Índio, Praia do Mangue, Sai-Cinza), nem como o Leste do Amazonas, nas Terras Indígenas Coatá-Laranjal e São José do Cipó e o Oeste de Mato Grosso, na Reserva Indígena Apiaká-Kayabi. Também são chamados de Weidyenye, Paiquize, Pari, Caras-Pretas. Têm uma população de 7.000 ou mais indivíduos, distribuídos em cerca de 30 aldeias.

    A Família lingüística Mundurucu, ou Munduruku, pertence ao Tronco tupi, e engloba os idiomas Munduruku e Língua Kuruáya.

    O Munduruku é uma língua indígena brasileira, pertencente à Família lingüística mundurucu, do Tronco Tupi. É falada pelos índios Mundurucus.

    Fonte(s):


      LUTA POR DEFESA DAS SUAS FLORESTA.




      • RESISTENCIA SOCIAL NA AMAZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZÔNIA