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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

SURGIMENTO DAS MARCHINHAS DE CARNAVAL

Conheça a história das marchinhas de Carnaval





Vocês sabiam que a marchinha de Carnaval foi substituída pelo samba enredo porque as escolas de samba não queriam pagar os preços altos cobrados pelos compositores musicais? Mas, elas permanecem vivas nessa festa da alegria. Em vários blocos carnavalescos novas marchinhas são lançadas a cada ano e as antigas são revividas.
Desde 1898, quando Chiquinha Gonzaga compôs “Ô Abre Alas” para o cordão carnavalesco “Rosa de Ouro”, as marchas tomaram conta e, principalmente, entre as décadas de 20 e 60, foram o carro chefe da folia.

Com ritmo acelerado, melodia simples e alegre, letra marota e, de preferência, com duplo sentido, além de um refrão forte para grudar nos ouvidos. Estes são os ingredientes de uma marchinha de sucesso no Carnaval.
Vários dos principais nomes da música brasileira produziram verdadeiras pérolas, que resistem até os dias de hoje. Entre elas: “Pierrô Apaixonado” de Noel Rosa e Heitor dos Prazeres, “Alá-lá-ô” de Haroldo Lobo e Nássara, “Cidade Maravilhosa” de André Filho, “Cachaça não é água” de Carmen Costa e Mirabeu Pinheiro e “O Teu Cabelo Não Nega” dos Irmãos Valença e Lamartine Babo. Até Chico Buarque com “O Boi Voador” e Caetano Veloso com “A Filha da Chiquita Bacana” se aventuraram no estilo.
Vamos entrar no clima de festa do Carnaval